Luciano Bandeira Arantes é carioca, tem 48 anos e é presidente da Seccional Rio de Janeiro da Ordem de Advogados do Brasil. Graduou-se em Direito pela PUC-Rio em 1994. Tem especialização em Direito Empresarial (MBA) pelo IBMEC/RJ, sendo reconhecido pela sua particular expertise no patrocínio de ações cíveis e empresariais, nas Justiças Estadual ou Federal, e na assessoria preventiva a clientes corporativos.
 
Foi tesoureiro da OAB/RJ entre 2013 e 2018. Paralelamente, em 2016, assumiu a presidência da Comissão de Prerrogativas. Desde então, a proteção dos direitos da advocacia ganhou dimensão inédita, com um aumento expressivo no número de delegados que assistem a classe, o estabelecimento de uma rede coordenando o trabalho em nível estadual, a publicação de manuais didáticos e a realização de cursos gratuitos sobre o tema. 
 
Como tesoureiro, Bandeira foi responsável por uma demanda histórica: a redução do valor real da anuidade paga pelos associados na OAB/RJ. Pela primeira vez, desde a fundação da entidade, advogados e advogadas pagaram um valor menor no terceiro ano de uma gestão do que foi pago no primeiro ano. Isso só se mostrou possível em razão do rigor com que administrou os recursos da advocacia, buscando sempre otimizar os investimentos.
 
A medida, no entanto, não significou a redução de serviços. Atendendo a um pedido do presidente da Seccional, Felipe Santa Cruz, Bandeira viabilizou o maior equipamento já entregue pela entidade aos advogados e advogadas em todo o país: a Casa das Prerrogativas Celso Fontenelle, que conta com 1.800 metros quadrados, uma área 12 vezes maior que a anterior, 33 escritórios compartilhados, mais de 100 computadores com wifi de alta velocidade, Escola de Inclusão Digital, auditório, posto avançado do protocolo da Seccional, assessoria para preenchimento das Guias de Recolhimento de Receita Judiciária (GRERJ) e para a instalação de programas utilizados no peticionamento eletrônico e certificação digital.
 
Os números da Comissão de Prerrogativas também impressionam: em apenas dois anos, o Sistema Estadual de Defesa das Prerrogativas formou mais de 2.000 delegados em todo o Estado, a partir de cursos ministrados nas 63 subseções. Por meio desse trabalho, são instruídos processos, instaurados de ofício ou a requerimento de advogados, que poderão culminar com a tomada de providências - a exemplo de impugnações a atos normativos violadores de prerrogativas e representações disciplinares contra funcionários e autoridades - ou com a concessão de desagravo ao colega, sendo neste último caso o requerimento obrigatoriamente apreciado pela 2ª Câmara da Seccional.
 
A assistência judicial, em matéria cível ou criminal, a advogados que tenham suas prerrogativas violadas é outra atividade da comissão.
 
Antes de chegar à diretoria da Ordem, Bandeira presidiu a então recém-inaugurada OAB/Barra da Tijuca, tendo sido reeleito na subseção para exercer mandato de 2010 a 2012.
 
A experiência comprovada tanto na subseção quanto na Seccional, e as bem-sucedidas inciativas como gestor, o credenciaram para exercer o próximo triênio na presidência da OAB/RJ.

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